segunda-feira, 11 de novembro de 2019




Sempre fui de contos de fadas e por tal sempre sonhei casar, e acho que desde o momento em que percebi que estava apaixonada por ti que sonhei em casar contigo. A certa altura comecei a querer tanto isso que acho que foi isso que fez com que chorasse quando me pediste em casamento, até hoje acho que nunca me senti tão feliz, emocionada, grata e concretizada como naquele exato momento.
Tenho em ti tudo o que há de bom no mundo, tenho em ti “todos os sonhos do mundo”, tenho em ti a melhor parte da vida, tenho em ti o melhor amigo do mundo, o melhor namorado e agora, o melhor noivo.
No meio em que trabalho vejo tantos desamores, tanta crueldade e egoísmo nos relacionamentos e todos os dias ao ser confrontada com isso dou-me conta do quão sortuda sou em te ter, o quão rara é a ligação que temos e o quão felizarda por teres sido tu o príncipe encantado que me calhou.
Obrigada por seres “só” a pessoa mais linda que os meus olhos já tocaram. Obrigada por me amares e amares quem eu amo tanto ou mais que eu. Obrigada por nos respeitares e fazeres parte de nós. Que a vida nos permita viver uma longa vida ao lado um do outro, é um privilégio ter-te no meu coração.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Sabes aquele amor dos contos de fadas? Dos príncipes e das princesas? Que invejas desde miúdo? Aquele amor que te mexe com o coração, que te faz corar e emocionar só de ver? Eu tenho um amor assim... Acho que sou uma em um milhão e que me saiu a sorte grande...
Sempre admirei a forma como me olhavas, sempre me orgulhei da forma como nos tratamos, nos respeitamos e nos entreajudamos mas o que mais admiro em ti é a tua capacidade de abrires a tua mão e me deixares voar, me deixares ser feliz e me apoiares a 100% em todas as minhas escolhas e em todos os meus quereres, é o nunca teres dito para eu nao ir ou não fazer é só perguntares "é isso que queres? então vai, então faz" e ficares sempre do meu lado nem que eu vá viver para outro lado e tu dizeres "não faz mal, vens cá uma semana e eu vou lá outra".
Um dia disseram-me "Deus tira com uma mão e dá com a outra" desde que te conheci que disse que Deus soube o que fez. Foi tudo pensado ao pormenor. Deus soube mesmo o que fez e eu não tenho só o melhor namorado do mundo, tenho o melhor amigo do universo.

quinta-feira, 11 de julho de 2019


Falo-te todos os dias. Penso em tudo aquilo que te desejo contar, crio diálogos infinitos contigo nos meus pensamentos. Sinto-te e sinto a tua falta. Rezo por ti e peço por ti. Sonho-te.
A dor de perder alguém é sempre abrupta, mas sempre sentida de formas diferentes. Não se sente a mesma intensidade de dor por perder um avô e depois um pai. Ou um tio e depois um amigo. Não quer dizer que não doa, dói, apenas de forma diferente.
Achei que estaria a entrar na "idade dos amigos se casarem", não na idade de "ir ao funeral dos amigos"… Que bela putice esta forma de vida…
Por muito que regatem há apenas dois tipos de pessoas: as incríveis e extraordinárias e os escrotos que não valem merda nenhuma.
Tu pertences ao primeiro tipo. És (para mim serás sempre no tempo presente) o ser humano mais lindo que este mundo já pode contemplar, o amigo atento, bem disposto, feliz, imensamente feliz, amável, culto, inteligente e essas merdas todas que não impediram que nos deixasses, que te levassem, que nos privassem de ti…
Há tanto para te contar, tanto para te mostrar, tanto para rir e viver. Sinto a tua falta amigo.

Ainda te choro e sempre te chorarei.
Aiananas.


"A vida é uma coleção de saudades"
-Projota

quarta-feira, 10 de julho de 2019


"Sinto um nó na minha garganta
A voz treme ao sair
Debaixo da cama os monstros me impedem de dormir
Me sinto só desde criança
Mesmo com gente ao meu redor
Sempre lutei por liberdade, mas ser livre me fez só

Eu tenho fogo no olhar
De pés descalços vou à caça
Pra encontrar o meu lugar
Eu abraço a escuridão
Que sempre se fez o meu lar

Agora eu corro com meus lobos
Danço ao redor do fogo
Bem nos olhos vejo os monstros
Que insistem em me encarar
Sempre me acharam louco
Por querer ser mais um pouco
Sei que eu tenho os meus monstros
Mas continuo a caminhar


Vou mostrar todas as coisas
Que vocês não deram valor
Que nunca esperaram ver
Desse menino do interior


É tão claro agora
Eu queria poder dizer
Pra aquela criança
Que ainda não vê
É tão claro agora
Eu sei que vai doer
Mas isso é necessário
Pra quem você vai ser"


-Jão

quinta-feira, 28 de março de 2019

O meu pai tinha apenas a "4ª classe", lembro-me que mal sabia escrever e do pouco que sabia a letra não se entendia. Fora de casa parecia um homem sisudo e cru, assim que entrava da porta de casa para dentro a cara reluzia com o seu sorriso de orelha a orelha. Fazia uma fogueira enquanto a minha mãe fazia o jantar, pegava-me ao colo e eu ficava a perguntar-lhe o quanto ele gostava de mim, o quanto ele gostava da minha mãe e "obrigava-os" a dar um beijo. Tinha 16 anos e a nossa rotina ainda era esta antes de jantar, todos os dias o mesmo.... Mimada? Talvez. Mas éramos tão felizes e pelo menos dissemos uns ao outros que gostávamos uns dos outros.
O meu pai era agricultor e cantoneiro. Levantava-se todos os dias as 5h da manhã para a minha mãe dormir mais uma hora. Lembro-me de ele ganhar 495€... O meu pai não sabia escrever poemas, nunca leu um decreto-lei, nem sequer sabia o significado de "hello", mas sabia colar os nossos chinelos descolados, cortava lenha, não tinha carta de carro mas tinha de trator e conduzia-o como ninguém, tinha mil e uma máquinas e sabia mexer nelas todas, fez um lago para os patos sozinho, fazia capoeiras para as galinhas, sozinho construiu um segundo teto de madeira na nossa casa porque o que tínhamos deixava entrar frio. 
Os meus olhos ficam razos de lágrimas quando ouço alguém dizer "o teu pai era um artista" era sim, e faz-nos uma falta incalculável.

Porque pai, agora quem troca as lâmpadas sou eu, temos de comprar lenha, a mãe acorda as 5h da manhã, a raposa entra na capoeira porque já está velha e não temos quem a componha, os fechos das portas partiram e não há quem os troque então fechamos tudo com cordeis, vendemos as máquinas e só ficámos com o trator, mas sabes bem que a nossa macha-atrás é um desastre, desistimos dos patos e dos coelhos, porque só tu é que sabias cozinhar o coelho... 
Ainda tenho o teu número gravado no meu telemóvel, ligava-te para fazeres a fogueira antes de ires ajudar a mãe depois de chegares do trabalho para quando eu chegasse a casa ir logo tomar banho, agora se ligar dizem que o número não está atribuido. 
Não há um dia em que não pense em ti, que não sinta a tua falta. Perdi-te demasiado cedo. Não estiveste no meu baile de finalistas, não estiveste quando entrei na universidade, no meu 18 a contabilidade, na minha benção de finalistas, não viste o meu diploma, não me vais levar ao altar nem pegar nos teus netos ao colo. 
Amo-te e choro-te todos os dias, foste um senhor. 
Olha por nós.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

À minha mãe



Lembro-me de a nossa relação ser só de te ver à noite, de quando te vinhas deitar comigo até eu adormecer… Dos meus quase 23 anos só me lembro de ti a trabalhar, mesmo quando o corpo suplicava por descanso lá te levantavas, mais uma vez, as 6h da manhã. É-o assim há mais de 30 anos, aliás, agora que o pai nos deixou às duas ainda te levantas mais cedo, sem um único dia de férias, sem um domingo para ficar na cama até mais tarde, sabes lá o que é dormir até as 9h da manhã… Tudo o que hoje temo foi conquistado por ti, pela tua força de vontade e querer vencer.
Quando perdemos o pai (a sua presença física), lembro-me que durante uma semana quase não falamos, chegavas a casa sentavas-te e esperavas que chegasse de novo a hora de ir trabalhar. Lembro-me do quanto choravas e o quanto dizias que não era justo. Não foi justo, não é justo. Se ele hoje aqui estivesse connosco tu serias, definitivamente mais feliz, o pai era o amor da tua vida, se ele cá estivesse seriamos as duas mais felizes, ele faz-nos tanta falta.
Quando acordo de madrugada e supostamente já terás saído de casa, confirmo-o sempre, acho que por ter receio de te perder como perdi o pai, que não tenhas acordado … Quando durmo contigo, não consigo dormir uma noite completa sem verificar inúmeras vezes se estás a respirar … Quando estamos as duas a aquecer-nos ao lume, fico a admirar-te, como cada ruga tua conta uma história, como és forte e como te sacrificaste por mim para eu conseguir conquistar tudo o que tenho. Obrigada.
Tens uma família linda, os teus irmãos adoram-te e para eles és como uma mãe, criaste-os a todos, deste-lhes amor, ainda dás. És o ponto de abrigo deles. Os teus sobrinhos vêm em ti a melhor tia do mundo, a tia que não lhes diz “não”, a tia que os defende, a tia divertida, a tia cheia de força. Todos nos orgulhamos de ti, todos te amamos.
Obrigada por seres um exemplo.


terça-feira, 27 de novembro de 2018

Tenho 22 anos. 
Perdi o meu avô aos 13, tinha cancro. Lembro-me de que fiz tudo por ele, levantava-o, deitava-o, dava-lhe o comer à boca como se fosse uma criança, mudava-lhe a fralda, dei-lhe banho uma vez, fazia-lhe companhia e dormia com ele. 
Perdi o meu pai aos 16, até hoje ainda não sei o porquê. Devido ao trabalho da minha mãe (que ficou sem o amor da vida dela que a ajudava em tudo) a partir desse dia, durante muito tempo, levantava-me as 5h da manhã para a ir ajudar antes de ir para a escola. Lembro-me da passagem de ano no primeiro ano que ele não esteve presente. Fomos só as duas. Fomos dormir e às 5h ela chamou-me para irmos, não chovia, o céu estava estrelado e eu só pensei: "a esta hora estão os meus amigos a chegar a casa depois de um grande festão" .....
Pouco antes de perder o meu pai sofri uma forma de abuso sexual...
Contra todas as expectativas fui estudar, sou licenciada, nunca deixei uma cadeira para trás. Não fui uma aluna de mérito mas consegui. No último ano de universidade a minha mãe disse-me que provavelmente teria de desistir porque não tínhamos dinheiro para eu continuar a estudar mas Deus nunca nos abandonou e quando parecia que seria mesmo esse o rumo surge alguém nas nossas vidas que me dá a possibilidade de continuar. 
Terminei a Licenciatura, já perdi a conta a quantos currículos enviei e acabei a trabalhar num supermercado... Consigo conciliar esse trabalho com um estágio (não remunerado), se pode acontecer eu ficar no posto que estou a exercer? Não. Porque alguém que tinha receio que eu ficasse e lhe "roubasse" o lugar fez por eu não ficar. 
Entre mais mil e uma coisas ....
Ao escrever estes "problemas" todos parecem fúteis. Mas agora, neste preciso momento, sinto-me espezinhada por tanta gente que quase me sinto num limbo sem saber como reagir. 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

4 years without you


O que eu dava para te voltar a ter...
Se me perguntarem como foi eu não me lembro. Se me perguntarem o que eu senti, eu não me lembro. Se me perguntarem como eu reagi, eu não me lembro. Se me perguntarem como a mãe reagiu, só me lembro de a ouvir gritar no meu quarto e de olhar para um bombeiro e ele estar a chorar e eu ter de assumir as rédeas da casa, de me assegurar que os sobrinhos para quem tu eras o tio perfeito não soubessem de tudo na escola e eu não estar lá para os proteger; de ter de ser eu a ligar as 6h da manhã à tua irmã a dar a notícia e ela pensar que eu estava a brincar. Disto eu lembro-me.
Se chorei? Não sei, só sei que hoje choro mas sem a mãe saber.
Sabes do que me lembro também? De no dia anterior me ires buscar. Chovia torrencialmente e tu foste buscar-me, com um guarda-chuva, onde a tia me costumava deixar, ias sempre. Depois de ti nunca mais ninguém me foi buscar.

Sinto a tua falta.



sábado, 25 de junho de 2016

shit

Há uns meses, uns largos meses, ou se calhar não foi assim há tanto tempo, mas pronto... Eu, os meus colegas de casa e uns amigos estávamos a jogar a um jogo tipo o "verdade e consequência", havia a garrafa para girar e tal, mas em vez de sermos nós a perguntar, a pessoa tirava um papel de um vaso (sim um vaso de flores, mas vazio), e via a pergunta que lhe saia, sem ser a típica "É verdade que(...)", mas do género "se entrasses na casa dos segredos qual era o teu segredo?". 
As perguntas éramos nós a escrever, e como eu sou muito inteligente e me armo um bocado, escrevi perguntas difíceis e que sabia que provavelmente iam mexer com algumas emoções, o que não me lembrei é que essas perguntas também podiam sair-me a mim.... Que inteligente Maria....
A verdade é que num momento do jogo saiu-me uma "pergunta", escrita por mim: "Uma coisa que ninguém saiba sobre ti", e eu a pensar para mim "Foda-se". Comecei a inventar e a mandar as minhas piadas até que eles disseram "Anda lá Maria, tem de haver alguma coisa..."
E a verdade é que há e eu ao tentar dizer fiquei num pranto de lágrimas e calei-me, é caso para dizer que o feitiço se virou contra o feiticeiro. 


Eu tinha uns 15 anos, estava de férias, era verão e a minha mãe acordou-me cedo para ir ajudá-la no campo, foi ao pão e eu fiquei a vestir-me e a tomar o pequeno almoço e o meu pai tinha ido trabalhar. Bateram à porta e eu fui abrir, era um senhor, nosso conhecido, que vinha trazer cerejas que tinha andado a apanhar na nossa cerejeira, tudo bem... 
A verdade é que eu não sei como aconteceu, as pessoas têm muito a mania de dizer "és tão forte", não eu não sou forte, pelo contrário, eu sou tão fraca e tão cobarde, que eu simplesmente bloqueio as coisas com as quais não consigo lidar, eu só me lembro que eu fiquei de costas para o senhor (se assim se puder dizer...), com ele a agarrar-me os braços com uma mão e com a outra a apalpar-me as mamas e ainda tem a lata de me dizer "são maceinhas", queria cuspi-lo naquele momento, mas calei-me, sabia perfeitamente que ele não ia fazer-me nada porque estávamos à porta de minha casa, era uma aldeia e as pessoas estão sempre a passar, para além do mais ele sabia que a minha mãe estava a chegar. 
Largou-me e disse "sempre que me vires vens dar-me um beijinho, ouviste?" eu assenti com a cabeça... "Não contes a ninguém, está bem?"- disse ele, eu só queria que ele fosse embora e disse-lhe que sim. quando ele saiu eu chorei tanto e obviamente contei à minha mãe, ela não teve propriamente a reação que eu mais esperava, abraçou-me mas pediu-me por tudo para eu não contar a ninguém, muito menos ao meu pai porque ele matava-o e sim, o meu pai seria capaz disso, eu conhecia, ou conheço (ainda não sei muito bem como hei-de conjugar o verbo), o meu pai, ele era muito impulsivo então no que toca à sua única filha, a sua menina ele virava meio mundo se fosse preciso...
E eu calei-me, só a minha mãe, uma amiga, o D, e uma crush da altura, é que sabem...
No entanto, a minha mãe nessa altura ficou super protetora, sempre que eu ficava sozinha em casa ela dizia "tranca a porta e só abres quando for eu ou quando ouvires o pai a chegar", ainda é protetora... Quando saio à noite faz mil e uma recomendações, quando fico em Aveiro ao fim de semana é a mesma coisa, é mãe e eu acho que foi a escolha certa.
Eu fingi que nada tinha acontecido, ainda vou lidando com os meus fantasmas, com sonhos, com manias da perseguição, com ataques de pânico, ataques de choro, mas Deus lá se encarregou de castigar o homem, mesmo ele sendo de lá só o vejo prai 1 vez por ano e diz-se que ele está muito doente (que Deus me perdoe, mas não lamento nem por um bocadinho)...

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

desculpas....




Ontem, depois de chegar de casa do d, a minha mãe já estava na cama e fui dizer-lhe que tinha chegado, quando me aproximo dela e me sento na cama dela vejo que ela tem os olhos vermelhos e cheios de água e pergunto-lhe: "oh mãe estiveste a chorar" e ela responde "não, os olhos estavam a arder-me por isso é que vim para a cama", típica resposta de quem esteve a chorar e quer disfarçar....

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

morte, a batalha que nunca venceremos




Acordo de manhã e penso que o maior dilema do meu dia de hoje será a enxaqueca com que acordei, quando me dizem que uma rapariga da turma da minha colega de casa morreu.
Não, não a conhecia, mas quem fica indiferente à morte de uma rapariga de 20 anos que numa semana ficou doente e morre? e depois surgem aquelas questões: e se fosse eu? e se fosse a minha colega? o meu namorado? a minha mãe? não estamos imunes à morte , ela vem sem avisar e traz sempre um sentimento de repulsa e de imputabilidade, não somos nada neste mundo.
Hoje, todos estamos chocados mas, daqui a um mês, nós, externos ao mundo dessa rapariga nem nos vamos lembrar deste caso, os amigos, num prazo igualmente perto também se irão esquecer, lembrar-se-ão quando, em conjunto, a conversa vier ao assunto, quando virem os familiares. A verdade é que para estes, incluindo para mim, o tempo é nosso amigo, vai fazer-nos esquecer, vai fazer com que doa menos. Mas para aquela família, para aqueles pais, não há tempo algum que faça esquecer essa ausência, para eles, hoje e amanhã será fácil, haverá pessoas sempre à volta deles e eles à volta deles mesmos com medo de deixá-los sozinhos.
O pior dia? Será no próximo mês, quando só haverá silêncio

sábado, 25 de outubro de 2014

mô, amo você



dois aninhos**

"Prometo amar-te até ao limite, beijar-te até à ultima fronteira, correr quando bastava andar, saltar quando bastava correr, voar quando bastava saltar. Prometo abraçar-te com o interior dos ossos, percorrer-te a carne com a fome absoluta, e ir à procura do orgasmo todos os dias, a toda a hora, encontrar a felicidade no doce absurdo que nos soubermos destinar. Prometo falhar. Sem hesitar. Prometo ser humano, aqui e ali ser incoerente, aqui e ali dizer a palavra errada, a frase errada, até o texto errado, aqui e ali agir sem pensar, para que raios serve pensar quando te amo tão desalmadamente assim? Prometo compreender, prometo querer, prometo acreditar. Prometo insistir, prometo lutar, descobrir, aprender, ensinar. Tudo para te dizer que prometo falhar. E Deus te livre de não me prometeres o mesmo."

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

mães...

a minha querida mãe decidiu aderir ao plano tarifário da vodafone red, e então, decidiu que era melhor eu agregar-me a ela. grande merda... a vodafone, como é uma querida, mandou-me agora uma mensagem a informar que só me restam 500 mensagens, ou minutos em chamada, até o plano ser renovado... ou seja, estou fodida.
obrigada senhores da vodafone que me informaram deste pequeno, GRANDE, pormenor...

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

boy#

"o amor só existe quando nos oferece pelo menos um ou dois segundos de nós próprios."

hoje fui fazer uma surpresa ao meu amor. enquanto que ele pensava que eu estava em Aveiro descansadinha a comer as minhas bolachas fui ver o treino dele. tinha tantas saudades do meu menino...

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

domingo, 13 de julho de 2014

exames


finalmente saíram os resultados, esta ansiedade decididamente não é para mim...
nem queria acreditar quando vi as minhas notas, a português tive 16 (nunca na minha vidinha pensei tirar esta nota, ainda por cima porque só tive 1 valor na gramática), bem, não foram os 16 certos, mas com aquela emoção toda nem vi as décimas e isso tudo... o pior foi a história, tive 6, credo, sempre soube que ia tirar negativa, mas tão baixa nunca pensei, enfim, não vou à segunda fase porque a minha média não se altera e também acho que não ia melhorar muito...
próximo passo: fazer o código e inscrever-me para a universidade

quinta-feira, 8 de maio de 2014

*


amanhã era suposto ser o grande dia, o dia pelo qual todos os adolescentes esperam, o dia em que atingem a maior idade.
eu também sonhava com esse dia, até tu partires e eu ficar parada no tempo. amanhã é dos dias em que me fazes mais falta. era o primeiro a dar-me os parabéns e esse sorriso enorme com que ficavas e essas lágrimas nos olhos eram a melhor prenda que me podias dar. fazes-me falta, fazes tanta.
ninguém entende o porquê de o meu entusiasmo pelo dia de amanhã ser nulo, tu entendes. é uma mágoa só nossa, que só nós entendemos. a mágoa de não estarmos juntos num dia que deveria ser tão especial para ambos.

adoro-te como sempre te adorei e como sempre te disse.
continuas e continuarás a ser sempre o meu herói.